quarta-feira, 6 de maio de 2009



Boneca de Cera



Ao derreter-me ali
sob teu corpo
a escorrer de mim qual vela a arder no fogo
vivifiquei-me em ti
pedaços meus em gotas a doar bagaços
de uma luz aleatória
ambígua,
e no entanto ainda eu:

tanto para a morte
quanto para a Vida.



Eliana Mora, 11/11/2008

4 comentários:

  1. obrigada, amigo poeta...
    beijos e saudade

    El

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  2. Adelaide!! Mas que bom vê-la aqui...
    Agradeço pelas palavras, muito!
    beijo, beijo

    El

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Minha poesia agradece.