segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Rota desconhecida


Rota desconhecida



confessional e cego
a tatear as paredes internas de um ente
de forma irregular
como em caminhada por seus próprios contornos
o poema segue
na busca febril de um nascedouro
[ou do seu próprio cais].



Eliana Mora, 18/12/2011

4 comentários:

  1. [como os afluentes da palavra prosseguem, como um rio pelo mar adentro]

    um imenso abraço, Eliana

    LB

    ResponderExcluir
  2. [e dentro deles, tudo o que não se pode 'expor' segue, a navegar...]

    idem a ti, Leonardo

    El

    ResponderExcluir
  3. Sempre o encanto de tua graça, obrigada, Lázara!

    beijo da El

    ResponderExcluir

Minha poesia agradece.