sábado, 31 de outubro de 2015
De sonhos, asas e auroras
De sonhos, asas e auroras
Ânsia de tocar o fundo
de algum mar
fazer um recanto onde pudesse ver
o verde se espalhar
despachar o cinza do céu
do pensamento
sentir a pele despertar em bela
aurora
pássaros azuis a voltear
como se as asas
fossem
simplesmente
[tuas]
Eliana Mora, outubro/2015
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Eliana Mora, poetamiga: tomei a liberdade de transcrever este seu poema na minha agenda como forma de reinaugurar meu cotidiano. Abraço grande, Graça Graúna
ResponderExcluirPara mim é uma honra, Graça Graúna - já és 'de casa' faz tempo...beijos!
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