
Arte Contemporânea
Instalei-me aqui
rio que conhece os caminhos que atravessa
placidez que anseia por desvios
espera interferência
seja com qualquer dos teus sentidos
toque
observe
projeta novas sensações impactos
mas não passe distraído ao largo
assim passadas leves
como que a arte nada
te dissesse
se meus poemas te tocam tão de perto
então porquê assim
transformada
em objeto
eu não te encantaria?
©Eliana Mora, 7/10/2006
série Dedicadas
Muito, muito belo!
ResponderExcluirA arte inclusive.
abraços e bom domingo
Obrigada, Mai.
ResponderExcluirbeijo; idem!
Eliana, achei lindo seu poema. Principalmente a ultima estrofe. E me lembrou de algumas coisas que a Ana Cristina Cesar escreveu. Tudo tao cheio de sensibilidade e forca. A pintura eh sua tambem? (perdoe a falta de pontuacao, meu teclado desconfigurou...) =)
ResponderExcluirBeijos.
Sem problemas...eu mesma uso pouco.
ResponderExcluirUma referência, um elogio, obrigada!
Olha, os créditos das obras coloco sempre no que aqui chamam de 'marcadores'.
beijo. El
O seu poema tocou-me.
ResponderExcluirA ilustração, as imagens, como um conjunto - sugestivo!
Bjs.
Por vezes nem nós, os 'das palavras', sabemos como se dão certas coisas...tbém gostei!
ResponderExcluirbeijo!
Boa parte de teus poemas, El, são desafios, desvios perigosos que nos levam ao "prazer da leitura".
ResponderExcluirObrigado!